Ajuda humanitária em Moçambique

Fundação Galp e Cruz Vermelha entregam ajuda humanitária a vítimas do Idai em Tete

Foi feita este mês a última entrega da operação humanitária montada pela Galp e pela sua Fundação para ajudar as vítimas do ciclone Idai, um dos fenómenos tropicais mais fortes que recentemente devastou várias áreas no centro de Moçambique.

A Campanha "Vamos ajudar Moçambique", uma recolha de alimentos e bens de necessidade que reuniu cerca de três toneladas por todas as geografias do Mundo Galp, assim como um donativo de 150 mil euros feito pela Fundação Galp à Cruz Vermelha de Moçambique foram a resposta humanitária que se consolidou este mês, nesta última ação em Tete, Distrito de Mutarara.

Este donativo permitiu doar, ao todo, mais de 3 toneladas de bens alimentares, 6 mil mantas, 2 mil redes mosqueteiras, 166 kits de cozinha, mais de 12,000 pacotes de sementese mais de 5 toneladas de equipamentos agrícolas como regadores, enxadas e catanas, para responder as necessidades de cerca de 3000 famílias. Este apoio permitirá àquela comunidade recuperar as suas machambas, destruídas pelas enxurradas provocadas pelo Idai. Estes pequenos terrenos agrícolas são o sustento para a maior parte das famílias da comunidade que subsistem da agricultura.

Mais recentemente, a Galp assinou ainda um acordo de parceria com o Fundo de Apoio às Populações afectadas pela passagem dos ciclones Idai e Kenneth em Moçambique. O acordo foi assinado em Lisboa, no Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, juntamente com as restantes entidades que contribuem financeiramente para o Fundo.

O Fundo de Apoio à Recuperação e Reconstrução de Moçambique, anunciado pelo Primeiro-ministro de Portugal, António Costa, na IV Cimeira Portugal-Moçambique que decorreu este mês durante a visita oficial do Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, é cofinanciado pelo Orçamento de Estado de Portugal e por doações de entidades públicas e privadas e visa apoiar a recuperação e reconstrução das regiões afectadas pelos ciclones. Ao longo dos próximos 3 anos, o Fundo irá financiar projectos de ONGD das áreas da saúde, educação, segurança alimentar, entre outros.